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FÁBRICA DE SONHOS - 2009 - ANO IV

Na Fábrica de Sonhos... O operário é o poeta. Zumaia

AQUI VOCÊ É BEM VINDO!

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António Zumaia

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June 16

Dança na vida :::> António Zumaia <:::

 
 
 

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Dança na vida
António Zumaia

Dança nas asas do vento,
em loucura e delírio…
Ternura no pensamento,
mas do meu corpo é martírio.

Flutuas em melodia,
como suave andorinha.
Ó meu Deus! Como eu queria,
que ela fosse apenas minha.

Voas no palco e na vida,
deslumbrando em magia,
elegante e querida
e este homem sofria…

Da visão embriagado;
Cerro os olhos para ver.
Penso a ter abraçado,
ter a dita de viver.

Mas teu destino a dança,
perdida na melodia;
Da plateia não se alcança,
essa diva que sorria.

Mas a cena acabou.
O palco se esvaziou.
Este ser que tanto amou,
sentiu-se só… e ficou.


Lisboa - Portugal 

14/06/2009

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June 10

Dia de Portugal - 10 de Junho - António Zumaia

 
 

 

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Dia de Portugal
10 de Junho
 
António Zumaia
 
 É dia de PORTUGAL.
Recordemos o passado,
foi um povo sem igual;
Cujo destino é o fado.
 
Criou para si a saudade,
sua vida foi o mar…
Nobre na ingenuidade,
sempre pelo bem a lutar.
 
Seus feitos Camões cantou;
Deu ao mundo a Lusa gesta,
que a todo o mundo encantou
e homenagem, lhe presta.
 
Foi esse o meu PORTUGAL.
O que hoje quero lembrar,
a nobreza foi sinal,
dos poetas… o cantar.
 
Canta o fado Português;
Povo que sofreu… e sofre.
Humilde na pequenez,
já condenado e pobre.
 
Só tua alma é grandeza.
Grita a tua liberdade…
És nobre nessa pobreza,
é essa a tua verdade.
 
Viva PORTUGAL.
 
Lisboa, 10 de Junho de 2009 
 

 
June 05

Pela Pátria :::> António Zumaia <:::

 
 
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 Pela PÁTRIA
António Zumaia 

Guerra, glória e sofrimento;
Alma pura… lutador.
Ser ferido sem lamento,
ter pela PÁTRIA amor.

Lutar pela pátria amada,
orgulho da nossa raça;
Na coragem sublimada,
na bala que por nós passa. 

Lutou-se com muita dor,
a morte foi companheira;
Fome, sede e horror
e coragem verdadeira.

Rosa branca é o lema,
dessa pátria em quem tu crês.
A valentia é o tema,
do soldado português.

Hoje existe a saudade,
daqueles que já partiram.
Nossa bandeira a verdade,
que estes soldados uniram.
 

VIVA PORTUGAL!

31 de Maio 2009

 

May 22

Feliz Aniversário! Meu querido pai.

 
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 A mais bela prenda que um pai pode receber de sua filha.
António Zumaia

 
Feliz Aniversário!
 
Gosto de ti tal como és
a vida fez-te sofrer,
levaste pontapés
que não podes esquecer.
 
Meu pai, como Camões
homem com valor!
Na vida desilusões
de uma vida com amor.
 
Tuas palavras, meu orgulho
jamais vou esquecer
neste mar eu mergulho
para a poesia fazer.
 
70 anos para festejar
uma vida de loucura
tua filha está a tentar
escrever-te com ternura.
 
Parabéns meu querido pai
gostava de estar contigo
a infância já lá vai
mas fica o ombro amigo.
 
Belinha
 

Meu querido pai, que faças muitos e muitos anos para que me vejas envelhecer, adoro-te, tenho saudades de quando era pequenina e tu brincavas comigo. Muitos parabéns e um beijinho com amor da tua filha, Belinha

Lisboa, Portugal, 15 de Maio de 2009

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May 15

António Zumaia - 15 de maio - 70 anos

 
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António Zumaia

 
15 de Maio de 2009 faz o homem setenta anos, mas tem o privilégio de ser poeta e este não tem idade.
 
 
O tempo na vida de um poeta
 
E o tempo vai passando,
desdenhoso e cruel;
Horas minutos contando,
o que escreve no papel.
 
No livro da sua vida,
muita coisa se escreveu;
Houve até mulher perdida,
nessas horas que viveu.
 
Passa o tempo, a vida vai;
As horas vai descontando,
este poeta não sai,
da vida que vai levando.
 
Dá seus poemas à lua
e até a divindades;
À mulher que já foi sua
e as imensas saudades.
 
O que escreve ele sente,
pode nem ser a verdade;
Derrama da sua mente,
sem ver a realidade.
 
Mas seu tempo é contado,
nos caminhos que percorre.
Encanta e fica encantado,
pois poeta nunca morre.
 
António Zumaia
 

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Sines – Portugal
15 de maio de 2009

 
 
 
 
May 06

Tenho fome... mulher

 

Tenho fome...

 

Do teu carinho e amor;

Carência de ti mulher…

Do teu corpo o calor,

tudo que de ti vier.

 

Anseio gritar a vida,

ao teu corpo adentrar;

Vem mulher! És tão querida,

que é meu sonho, o te amar.

 

Não dês ouvidos à vida.

Vem! Vamos fazer amor.

Esquece toda a ferida,

que apenas te causou dor.

 

Tenho fome de carinho,

do que a mulher sabe dar.

Quero que sejas meu vinho,

que me possa embriagar.

 

Tenho fome dos teus beijos,

da minha vida és altar;

Onde escondo os meus desejos,

onde desejo rezar…

 

Tenho fome do que és,

nesse corpo de mulher;

Em amor fico a teus pés,

beijando o que poder.

 

Tenho fome de amor;

É esse o meu castigo,

ficarei preso na dor;

Se não fizer amor contigo.

 

 

António Zumaia

 
 
Este poema encontra-se dito pelo autor em: http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/21515
May 01

Dia da mãe 03 de Maio

 

03 de MAIO Dia da Mãe…

 

 

Dedico por inteiro e com todo o amor de filho, este Dia da mãe à minha que já faleceu, e a todas as mulheres que tiveram a dita de ser mães. Á minha, por ter-me dado a vida e tudo ter feito, para eu saber dar o devido valor, à mais bela palavra que define um dos sentimentos mais belos… O AMOR.

 

 

Citando Camões:

 

Alma minha gentil que te partiste,

tão cedo desta vida descontente.

Repousa lá no céu eternamente,

viva eu cá na terra sempre triste.

 

 

Esta quadra, do belo soneto de Camões, quando a leio, sempre me faz lembrar, que minha querida mãe partiu.

 

Ela foi mãe, mestra e protectora, sempre colocando minhas necessidades em primeiro lugar, num espantoso exemplo de sacrifício maternal.

Não é pois de admirar que este amor cimentado pela ausência, me faça escrever estes poemas que me saem naturalmente do coração.

Se na verdade, memória desta vida se consente, lembra que teu filho ainda hoje derrama lágrimas de dor e saudade.

 

 

Sra. Joaquina Afonso Lopes Basílio Ferreira.

- Nascimento 28 de Agosto de 1909 

- Falecida a 23 de Março de 1993

 

 

 

Querida Mãe, um recado para ti

 

 

Mãe...

 

Ouve este gemido e este lamento.
Teu filho a vida, está a viver...
Esta saudade que tenho é tormento,
porque tua ausência me faz sofrer...

 

Mãe...

 

A tua palavra meiga ao deitar,
esse teu carinho desvanecido...
Teu alegre bom dia, ao levantar.
Ah! Como era feliz por ter nascido...

 

Mãe...

 

Por que chora meu pobre coração?
Eu sou homem e luto para viver...
Em menino era a tua devoção,
e deste o teu carinho, para crescer...

 

Mãe...

 

Querida... como todas as mães da vida,
porque choro, se Deus te quis levar?
És sempre presente e nunca esquecida,
és imagem que sempre vou amar.

 

 

Mãe... olha o teu filho.

 

De menino a homem a idoso,
sempre lutei pelo bem, que me ensinaste;
Fui sempre leal, bom e carinhoso,
nessa estrada certa que me criaste...

 

Mas olha o teu filho ó mãe...

 

Estou por agora criando beleza...
Sou um homem que não se realizou.
Mas tenho em mim esta grande riqueza,
destas mãos saem... tudo o que eu sou.

 

É verdade ó mãe querida...

 

Eu não soube, amontoar a riqueza,
bens materiais me escasseiam na vida...
Mas criaste carácter de firmeza;
Só por isso, nunca serás esquecida.

 

Obrigado... ó mãe.

 

Olha estas lágrimas... são teu presente;
Oferece a Jesus, junto com as tuas...
ELE decerto ficará contente,
teu filho vagueará por estas ruas...

 

Beijos etéreos... Querida mãe.

 

 

Um dia, quando Deus quiser, irei dizer-te este poema minha querida mãe.

 

 

António Zumaia

 

 

April 25

Sorriso de mulher

 

 

Sorriso de mulher

 

Esse sorriso ilumina;

É o sol do amanhecer.

O teu olhar determina,

o meu sonho de viver.

 

Dás-me a vida sorrindo,

neste sonho que é meu.

É alegria cobrindo,

a vida que Deus me deu.

 

És meu sonho minha vida,

estrela que descobri…

Porque és mulher e querida,

nesta espera eu vivi.

 

O sorriso e o teu olhar,

brilho de estrela, candura…

Teus lábios faz-me lembrar,

as promessas de ternura.

 

O teu sorriso mulher

é a dádiva divina;

Pétalas de um malmequer,

ao homem que se destina.

 

O teu sorriso seduz…

Tem a beleza da flor;

Nele encontro a luz,

que me conduz ao amor.

 

António Zumaia

 

Poema dito pelo autor em:  http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/21210

April 16

As letras são eternas

 

 

  As letras são eternas.

 

 

Tudo aquilo que escreveu;

A beleza que criou…

Esse tesouro é seu,

é retrato que ficou.

 

Para sempre ficará,

as letras deste poema.

Do homem só restará,

essa verdade suprema;

 

O corpo fica esquecido

e a terra enobrecida.

Esse poeta querido,

nas letras fica na vida.

 

A maneira de pensar,

os seus cantos de amor,

a maneira de sonhar,

a descrição de uma flor.

 

Sua revolta na vida;

A critica construtiva.

A natureza querida;

A mulher bela, altiva.

 

Suas letras vão ficar;

Será esse o seu legado.

Seu corpo à terra vai dar;

Fica, o que tem sonhado.

 

Poemas que deu ao vento…

Que um dia não escreveu;

Morrem em seu pensamento,

porque ás letras, o não deu…

 

 

 

António Zumaia

 

Poema dito pelo autor em: http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/21031

 

April 05

FELIZ PASCOA

 

Feliz Páscoa

 

 

Que ela seja de paz e amor

e nos dê alegria de viver…

Que a luz de Cristo nosso redentor

e graça, em nós vá permanecer.

 

A Páscoa é o renascimento,

num exemplo que para sempre ficou,

que a morte para nós é um lamento;

Mas Jesus nunca nos abandonou…

 

Deram-lhe a cruz e ELE sofreu;

A mãe de coração despedaçado,

lágrimas de sangue, ELE verteu.

 

Mas este filho de Deus tão amado,

na Páscoa para nós renasceu;

Foi pelos homens um Crucificado.

 

A todos os amigos deste Space.

 

Que a Santa Páscoa vos porte alegria, saúde a muita felicidade, são os votos do:

 

António Zumaia  

March 31

Canto à vida

 
 
Canto à vida
 

 

Ser já velho na idade

e jovem no coração;

É destino e verdade,

numa perfeita ilusão.

 

Sinto alegria no peito

e vida para viver…

O meu cantar é conceito,

do amor que quero ter.

 

Cantarei o belo amor,

que o destino concedeu.

Os anos, não têm valor,

foi bom o que se viveu.

 

Canto em plena alegria,

o que é belo na mulher…

Este destino seria,

o sonho de um qualquer.

 

Canto também o amor,

eu até canto à vida;

Canto a beleza da flor,

canto… à mulher perdida.

 

Canto hoje e cantarei,

sempre bem perto de ti.

A beleza louvarei

e os anos que já vivi.

 

Minha voz sem melodia,

perdida que foi no tempo;

O meu Deus como eu queria,

não soltar este lamento…

 

 

António Zumaia

 

Poema dito pelo autor em: http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/20533

March 27

Tu meu vício

 

Tu... meu vício

 

Tu meu vício e delírio,

meu vinho que embriaga;

Do meu corpo és o martírio,

bem cruel, quando me afaga.

 

Que fere tão cruelmente,

que me deixa triste e frio;

Fazer poemas… demente,

tal como as águas do rio.

 

Correm doidas sem parar,

apenas acariciando.

Mas quero beijar… beijar,

a mulher que estou amando.

 

Preciso de ti mulher,

és água da minha sede.

Não te dês a um qualquer,

malha larga… tua rede.

 

Vem! Quero o teu carinho,

a loucura do amor…

Meu delicioso vinho,

que me dá vida e calor.

 

O templo vou adentrar;

És a minha pitonisa.

Em sacrifício rezar,

no altar… sacerdotisa.

 

Serei o teu sacrifício,

nesse altar que é amor.

Será o fim do meu vício;

Desta vida… o fulgor.

 

 

António Zumaia

 

 

Poesia dita pelo autor em: http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/18611

 

March 21

Dia Mundial da Poesia

 
 
 
 

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Poesia

António Zumaia
 
 
Âmago da vida és tu poesia,
brilhando entre as nuvens mais escuras.
Que saindo destas mãos, eu queria;
Fazer nas letras beleza e loucuras.
 
É vitral que faz reflectir o sol,
dando a luz de carinho e ternura.
Faz do poeta um ser de escol,
que nas letras encontra ventura.
 
Faz o violento se amenizar.
À mulher perdida sentir amor.
Beleza da rosa se eternizar
e ao ciúme, retira a dor.

Dá sentido ao canto do tenor.
Maravilha o coração indeciso.
É transporte dilecto do amor,
recreando um sonho, de paraíso.
 
Esse ente que nos dá a poesia,
nasceu decerto com esse destino.
Critica, ama e dá alegria;
Estigma que o marca de pequenino.

Poesia que do homem nasceu;
Prova de amor e sua bondade.
O poeta sentiu e a escreveu,
por sua livre e espontânea vontade.
 

Sines – Portugal
21 de Março de 2009
 
 
DIA MUNDIAL DA POESIA
 
 
 

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February 22

Máscara <::: António Zumaia :::>

 

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Máscara

António Zumaia

 

Por que escondo a desilusão,

numa fantasia de mil cores?

Mulher que roubou meu coração,

foi-se num Carnaval de amores.

 

Essa máscara é meu destino.

Dancem... Dancem. Loucura do nada!

Estou escondido e descortino,

que a marcha da vida… Está parada.

 

Mas, sou eu, ou não sou afinal;

Que em sons de festa e loucura,

num eterno e triste Carnaval,

fui um dia, palco de ternura…

 

Veio de máscara afivelada,

espargindo os sons de ventura.

Numa cama ela foi amada,

era bela rosa de candura.

 

Foi de tal beleza esse acto

e de tal forma representado;

Houve até um triste retrato…

Mas eu hoje… Ando mascarado.

 

Cai a lágrima do Arlequim;

Vestes de alegria são sinal,

anunciando o triste fim,

deste meu eterno Carnaval...

 

 

Sines - Portugal

 22/02/2009

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January 06

Bendita Paz < ::: António Zumaia :::>

 
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Bendita PAZ…
António Zumaia
 
Descansa o coração homem malvado…
Que em lutas e canseiras te embrenhaste.
O ideal tão belo que sonhaste;
Olha bem! Nem sequer está começado.
 
Ao lutares com teu irmão… Pecaste!
Recolhe as armas, atira-as ao mar…
Arma a charrua põe-te a lavrar;
Porque há fome… E tu não vislumbraste.
 
Deslumbra-te no riso da criança,
são estrelas que não podes alcançar.
Pára… na liberdade de pecar.
Pára a luta, ainda há uma esperança.
 
Não negues a verdade que é a tua.
Ama a vida e também teu irmão…
Não lutes… usa mais o coração
e verás, que a verdade é bela e nua.
 
Olha a luz divina… Tu és capaz!
Com tuas mãos construir o amor,
com essas mãos aliviar a dor.
Porque assim, tu és o símbolo da PAZ.
 

Sines - Portugal
01 de Janeiro

Dia da Confraternização Universal

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December 31

Happy New Year

 
 
 

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Adeus Ano Velho....
Feliz Ano Novo!
 
2008 já passou;
Muita vida se viveu.
Este poeta amou,
nos poemas que escreveu.
António Zumaia
Sines - Portugal

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December 30

Feliz Ano de 2009 - António Zumaia -

 
 
 

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FELIZ ANO de 2009

António Zumaia
 
2008 - 2009
 
Mais um ano que passou,
houve amor e alegria;
A dor que ele causou,
nem eu sonhar poderia.
 
Pois este que está a ir,
muita tristeza nos deu.
Tanta mentira a sorrir,
que esta dor concebeu.
 
Mas um novo aí vem
e pode ser a promessa;
Que o belo que o mundo tem,
venha nele bem impressa.
 
 Que nos dê sorte e saúde
e a paz que ansiamos…
Que a vida não seja rude,
para aqueles que amamos.
 
Que os homens sejam irmãos
e criem felicidade…
Nessa luta dêem as mãos
e esqueçam a maldade.
 
Que o pão seja repartido
e que a todos alimente…
O pobre seja servido,
o rico seja temente.
 
 A violência esquecer
e relembrar o amor…
Que um poema ao nascer,
tenha o perfume da flor.
 
Gritar até ficar rouco,
porque é este o meu rogo;
Eu desejo como um louco…
Um bem FELIZ ANO NOVO.
  
 

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Fábrica de Sonhos

 

 
 
 
December 25

Canção de Natal <::: António Zumaia :::>

 
 

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CANÇÃO DE NATAL
António Zumaia
 
NATAL…
 
Vamos cantar o NATAL,
com ternura e amor…
Porque ele é afinal,
vinda de NOSSO SENHOR.
 
Ao nascer ELE nos deu,
exemplo de humildade;
Seu amor nos concedeu
e nos mostrou a VERDADE…
 
Vamos, pois O festejar,
com amor e com ternura;
Conjugando o verbo amar,
para JESUS… com ventura.
 
O NATAL é nascimento,
alegra o coração;
Mostrando merecimento,
fiquemos em oração…
Vamos fazer a vigília,
com a SAGRADA família.
 
Um dia JESUS nasceu
e a fé ELE nos deu…
 
Foi JESUS que por sinal,
ao nascer… Fez o NATAL.
 

  Celebremos a PAZ , nasceu Jesus!
 
 
 
 

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December 23

Pai Natal

 
 

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 Pai Natal!

Eu sou o Pai Natal,
com brinquedos e alegria;
Recebam do meu bornal,
a mais bela Fantasia.

António Zumaia
Sines - Portugal

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December 21

4º Domingo do Advento do Senhor

 
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4º Domingo do Advento do Senhor
21/12/2008

 
“ VELA DOS ANJOS”
 
 Vela dos anjos agora…
No mundo TUA presença,
da TUA luz é a hora
e teu amor nos compensa.
 

António Zumaia
Sines - Portugal
 
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