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January 31

Viva a vida… António Zumaia
Sinto no peito a força do vento, este coração bombeando a vida. Mulher bela é meu contentamento, quando nos meus braços está rendida.
Quero realizar-me no amor; Esmagar os seus lábios com ternura. Quero o seu grito de prazer sem dor; Seus olhos, belo campo de ventura.
Seu corpo capela do meu prazer, que em loucura o quero beijar. Ela sabe que preciso viver e que essa vida, me está a dar…
Caminhando lado a lado em amor, nessa fusão de corpos em loucura; Que à vida empresta o calor, nesse fim da incessante procura.
Mesclando melodia no prazer, o amor reinando no coração. Soltando o grito. Estamos a viver! Fazer amor não é uma ilusão.

Sines - Portugal 21/11/2007
| January 30

Por amor… António Zumaia
Por amor me deste a vida, Por amor em ti vivi… Por amor te fiz querida, Por amor esperei por ti.
Por amor me deste a vida, em dilúvio de ternura. A solidão foi esquecida, por solicita doçura.
Por amor em ti vivi, ao fazermos o amor. Esqueço o que sofri, no beijo da minha flor.
Por amor te fiz querida, na ternura do abraço. Foi a vida mais vivida, no sonho do teu regaço.
Por amor esperei por ti; Viste e foste mulher. Foi o sonho que vivi, no fado que se fizer.
Foste amor e ilusão, ao beijar meu coração.
Sines - Portugal 20/01/2008
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Verdade António Zumaia
Ruge o coração bradando à toa; Canção que ninguém quer ouvir. Terríveis sons que a todos magoa, porque a verdade pode até ferir.
Mas nela reside o bem da vida, ainda que em pedaços rasgando. O sonho da ternura perdida e sentir a verdade magoando.
Pára o sonho e olha o perigo, pois a vida pode sonegar. A ausência pode ser castigo, desse amor não se completar.
Não sonhes, porque a verdade é dura; Dita na crueza das palavras. Essa idéia de tão bela e pura; Será com ela, que a vida acabas.
Joga na vida com a saudade e faz amor ao entardecer… Esquece tudo o que é verdade; Somente assim… poderás viver.

Sines - Portugal 19/01/2008
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January 28

Porque preciso... António Zumaia
Que teu olhar me reveja, brejeiro e sem sentido... Teu coração talvez seja, o melhor, que tenha tido.
Porque preciso...
Desse teu olhar dengoso, esse sorriso que enleia... O teu jeito carinhoso; Ó minha bela sereia.
Porque preciso...
Na vida eu quero ter, esse corpo que enlouquece; Que me ponha a viver, Momentos... que nunca esquece.
Porque preciso...
Teus seios minha ilusão, minha loucura de vida... De perto do coração, fazem-te minha querida.
Porque preciso...
Do teu corpo me aquecendo, na loucura do amor... Sei que em ti, eu estou vivendo; Sem te causar qualquer dor.
Porque preciso...
De minha seiva te dar, sou teu e todo me dou... Ver-te como louca a gritar, pelo homem, que te amou.
Mas eu preciso...
Lágrimas no teu olhar... Pérolas no teu sorriso... Porque ao tanto te amar, há muito estou sem juízo...
Sines - Portugal
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Doido amor… António Zumaia
Quero esse amor de claustros perdidos; Rosas enfeitando o ser que amo… Malvadas dores. Quando te chamo. Coração... sentimentos rendidos.
És minha, como eu já sou teu; Sinto amor… melodia me deste, esse coração, belo e agreste, sei que se deu… mas tanto doeu…
Deste-me o céu na serra serena, parti destinos, nem sei quem sou… Já não sou homem, nem sequer monge.
Canto e choro na tarde amena; Sofrendo, porque sei que me dou… Porque te chamo… e estás tão longe.
 Portel - Portugal
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Lúdico António Zumaia
Ludibriando a vida que me deu, sonhei-me tão louco nas pradarias; Esse corpo que em doçura foi meu, nunca adivinhou o que tu querias…
Lúdico foi tudo o que me deste; Olho a mão e vejo… Nada restou! O sonho lindo quando tu vieste, foi apenas jogo, que se jogou.
Rasgo a cruel vida porque não quero, renegar esse amor que na mão tive. Podem crer essa mulher eu venero, porque esse amor, ainda em mim vive.
Sou perdido sem vida e sem amor, ela num jogo… jogou e se deu. Foi a magia de uma simples flor; Perfume, que noutras mãos se perdeu.
Pobre poeta assim vais acabar, no lúdico jogo que é a vida… Ela nunca te soube ou quis amar; Apenas será musa… e querida.
Voando pelas pradarias do sonho; Serás a mulher, diva e rainha… É nessa verdade que em mim reponho, que serás tudo isso… mas não minha.
Sines - Portugal
11/05/2007
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January 26
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Sublime amor António Zumaia
Teus seios visão divina; Teu corpo o belo templo. Mulher bela e pequenina, que em loucura contemplo.
No amor te conheci. No âmago do prazer… Nesse momento eu vi, que vale a pena viver.
Foi loucura ao seres minha, nesse leito de amor; O teu gemido continha, a mensagem de louvor.
E o amor eu te dei, breve canto de loucura; Tu viste que eu amei, ao dar-te minha ternura.
Vivemos como se quer, a sublimação da vida. Tu foste a bela mulher, a minha Ninfa querida.
Que mais posso eu pedir, se tudo já tu me deste. Foi destino a cumprir, quando tu a mim vieste.
Foi um amor que vivi, mas não houve madrugada; Porque sem saber perdi, a mais bela alvorada.
Sublime amor eu tive, que perdi em qualquer lado; Esse amor apenas vive, numa guitarra e no fado.
Sines - Portugal
22/01/2008
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January 16

Vil máscara… António Zumaia
Vil máscara de mil cores enganosa; Doente a perversidade escondia. De arco-íris vinha tão formosa, cantava o Trovador que a queria.
Na máscara a sua vida escondeu e deu ser, aos seus macabros desejos. O Trovador nunca compreendeu, que a traição se escondia nos seus beijos.
No Broquel enfeitou o seu punhal; Nas cores deu destino à sua sorte. Expurgou-se de tudo o que era mal e o Trovador sentiu em si… a morte.
Sines - Portugal 14/01/2008
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January 12
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Amo António Zumaia
Amo as pedras que tu pisas. Amo a mulher que tu és. Amo a espuma das marés, quando nelas tu deslizas.
Amo se me fazes perdido. Amo quando te entregas. Amo até quando sonegas, sussurros no meu ouvido.
Amo porque és meu sonho. Amo a estouvada mulher. Amo quando ela me quer, dar um destino risonho.
Amo o ar que tu respiras. Amo tudo que me dás. Amo tudo que és capaz, porque no amor tu deliras.
Amo ser teu e tu minha. Amo louco o teu gemido. Amo dizer-te ao ouvido, que tu és minha rainha.
Sines - Portugal 09/01/2008

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January 01
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Bendita PAZ… António Zumaia
Descansa o coração homem malvado… Que em lutas e canseiras te embrenhaste. O ideal tão belo que sonhaste; Olha bem! Nem sequer está começado.
Ao lutares com teu irmão… Pecaste! Recolhe as armas, atira-as ao mar… Arma a charrua põe-te a lavrar; Porque há fome… E tu não vislumbraste.
Deslumbra-te no riso da criança, são estrelas que não podes alcançar. Pára… na liberdade de pecar. Pára a luta, ainda há uma esperança.
Não negues a verdade que é a tua. Ama a vida e também teu irmão… Não lutes… usa mais o coração e verás, que a verdade é bela e nua.
Olha a luz divina… Tu és capaz! Com tuas mãos construir o amor, com essas mãos aliviar a dor. Porque assim, tu és o símbolo da PAZ.
Sines - Portugal 01 de Janeiro de 2008
Dia da Confraternização Universal

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