António's profileFÁBRICA DE SONHOS - 2009...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    March 31

    Dores de Jesus Cristo António Zumaia

     
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    Carvão de Séguéla  1965
     
    Dores de Jesus Cristo
    António Zumaia
     
    Espinhos… São as dores dos meus pecados.
    Sangue e lágrimas já eu provoquei,
    nessa fronte que é sagrada… cravados!
    Por teu amor, somente isso te dei.
     
    Meu Jesus se na vida há perdão,
    prostrado a teus pés, eu estou pedindo;
    Feri cruelmente teu coração,
    mas as tuas dores, eu estou sentindo.
     
    Sangras na dura madeira da cruz,
    bradando ao PAI pelo nosso perdão,
    a bendita graça da SUA LUZ…
     
    Mas foi a lança no teu coração,
    a desumana dor do meu JESUS,
    mas que a todos nós, trouxe a Redenção.
     
    Sines – Portugal
    30/03/2008
     

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    March 26

    Prazer. António Zumaia

     
     
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    Prazer
    António Zumaia
     
    Nos olhos teus quero ver o desejo;
    O arfar do teu peito em sedução…
    Os teus lábios, desenhando um beijo
    e do teu corpo, a mais bela ilusão.
     
    Quero de ti, orgasmo de prazer.
    Nossos corpos em amor entoando,
    a bela e feliz canção… de viver;
    Quando unidos estamos amando.
     
    É assim a vida em plenitude;
    Num sussurro que é suave e rude,
    mas nos faz, atingir todo o prazer.
     
    É quando sentimos o doce espasmo,
    que nos abraçamos num firme orgasmo.
    Somos deuses… estamos a viver.
     
    Estoril - Portugal
    06/02/2008

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    March 22

    Feliz Páscoa!


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    Para os leitores de todos meus Spaces e do meu Blog,
    o meu   desejo de uma PÁSCOA FELIZ, plena de amor e compreensão.

    António Zumaia
    Sines - Portugal
    22/03/2008

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    March 21

    Páscoa da Ressurreição... António Zumaia

     
     
     

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    Páscoa da Ressurreição…
    António Zumaia
     
     
    Vamos celebrar com muito amor,
    abrindo em ternura o coração;
    Com devoção… pedir ao SENHOR,
    por aquele que sofre e é nosso irmão…
     
    Lembrando sempre que foi JESUS,
    o Homem que por nós deu a vida…
    Lá bem no alto daquela CRUZ,
    rezou pela humanidade perdida.
     
    PAI… perdoa, eles não sabem o que fazem…
     
    E foi este o seu grito de dor,
    motivo da nossa redenção;
    Que nos foi dada com tanto amor…
     
    Mas celebremos com devoção,
    elevando a mente ao SENHOR,
    pela sua morte… e ressurreição.
     

    Para todos uma FELIZ PÁSCOA lhes deseja de todo o coração
     
    António Zumaia
     
    Sines - Portugal
     
    2008
     

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    March 19

    Pai... António Zumaia

     
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    Pai
    António Zumaia
     
    Ter meu pai e o seu amor, faço questão;
    Exemplo… sempre por ele me pautei,
    Honestidade… por aí caminhei;
    Nessa estrada livre do meu coração.
     
    Pai! Tu que em amor sempre me criaste,
    mostrando-me o caminho da verdade;
    Os duros caminhos da realidade
    e tudo de belo, para mim sonhaste…
     
    De todo o mal sempre me protegeste,
    nas bem duras teias que o mundo tece;
    Nas dúvidas teu bom senso me esclarece.
    Viveste minha vida e de ti esqueceste.
     
    O amor de pai é muito diferente,
    enriquecido pela sua protecção;
    Doa a bondade de seu coração,
    ver seu filho feliz, já fica contente.
     
    Foste sempre um exemplo a seguir;
    Verdadeiro herói nas agruras da vida…
    No teu amor à minha mãe tão querida,
    enfrentando a luta sempre a sorrir.
     
    És meu pai, para sempre um leal companheiro;
    Guia pelos escolhos que a vida tem,
    ensinando-me o caminho do bem;
    O teu amor é leal e verdadeiro...
     
    Sr. João com seus lindos 92 anos
     

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     19 de março

    DIA DO PAI
     

     
     
     
    March 17

    A luz da tua janela. António Zumaia

     
     
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    A luz da tua janela
    António Zumaia
     
    Foi essa luz, na tua janela da vida,
    colhendo esse meu destino no olhar;
    Que perdido nas brumas, do rebelde mar.
    Pintou o teu retrato, de mulher querida…
     
    Esse luzeiro que guiou o meu destino,
    foi a premonição de uma certa cigana;
    Olhou a mão e viu no céu… Que não engana!
    A estrada percorrida desde menino.
     
    Assim de olhar preso na tua janela,
    corri mundo. Não consigo passar sem ela.
    Porque atrás dela… Está a mulher que amo.
     
    Essa mulher, à luz da vela iluminada,
    foi prometida e finalmente achada.
    Na borrasca que a vida dá... Sempre a chamo!
     

    Sines – Portugal
    27/09/2007

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    March 15

    O Vinho António Zumaia

     
     
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    O Vinho...
    António Zumaia
     
    Sangrem vinhas meu destino,
    a dor que trago no peito…
    O vinho... meu desatino,
    dela não estar no meu leito.
     
    Choro vinhas desespero,
    porque seu corpo preciso;
    Dai-me o vinho que eu quero,
    triste homem somente isso.
     
    Copo de vinho que é nobre,
    já feito para  eu esquecer;
    Este coração, que é pobre,
    pois nem merece viver…
     
    Vinhas danadas ... que é vida,
    escorrem poemas na mão…
    A mulher minha querida
    ... nunca será ilusão.
     
    Chamo então louco no vento,
    já ébrio cambaleando…
    Quero acabar com o tormento,
    de apenas ficar sonhando.
     
    Esse róseo corpo teu,
    doce leite dos teus seios…
    Os lábios que Deus te deu,
    a ternura dos teus meios.
     
    Dane-se vinha malvada,
    preciso estar a teu lado…
    Quero-te por mim beijada,
    ó mulher... que é o meu fado.
     
    Sines - Portugal
    15/03/2008

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    March 14

    Dia da Poesia e Castro Alves - 14 de março - António Zumaia

     
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    14 de Março
    DIA DA POESIA E CASTRO ALVES
     
    Esta data foi instituída em Homenagem ao grande poeta Castro Alves
     
    Antônio Frederico de Castro Alves (Muritiba, 14 de março de 1847 — Salvador, 6 de julho de 1871) poeta brasileiro, nasceu na fazenda Cabaceiras, a sete léguas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves, Estado da Bahia
     
    Há 161 anos nascia o homem que seria a voz dos escravos na mais linda forma, expressando na sua poesia e nos seus actos as ideias abolicionistas que dariam os seus frutos em favor dos nossos irmãos de raça negra.
     
    Falhou no amor, fez lindos poemas de ternura pelo belo sexo, mas seu coração não foi feliz, a sua amada deixou-o na maior consternação e isolamento.
     
    Falhou nos estudos, porque a sua grande paixão eram os poemas e descrever neles os belos sentimentos que lhe iam na alma.
     
    Falhou na vida, porque somente por cá andou 24 anos e deixou-nos um legado fantástico nos livros OS ESCRAVOS, ESPUMAS FLUTUANTES, GONZAGA OU A REVOLUÇÃO DE MINAS; CACHOEIRA DE PAULO AFONSO, VOZES DE AFRICA, NAVIO NEGREIRO etc. que seria a sua obra, se Deus o tivesse entre nós mais tempo?
     
    Mas…
     
    Venceu no amor, pois seus poemas são o habitáculo de maravilhosos versos do mais puro e vibrante amor.
     
    Venceu nos estudos, porque as academias e locais onde dizia seus poemas enchiam-se de público para sentir a grandeza de alma deste poeta.
     
    Venceu na vida, porque apesar dos parcos anos de vividos norteou-se por ideais maiores e tudo fez para os concretizar, sua poesia viverá incólume e indestrutível através dos anos. (Poeta é ETERNO.)
     
    Castro Alves deu-nos a medida de uma grandeza fantástica que é ser poeta, os ensinamentos que se retiram da sua poesia podem ser hoje em dia, como o foram na sua altura, rumos de luz que nos podem iluminar. Grande homem de nobres sentimentos teve a dita de nos deixar rodeado por muitos amigos e admiradores. Viu a luz do fim, na janela ensolarada da VIDA, que escolheu para fechar os olhos para um merecido descanso.
     
    Castro Alves tu não morreste, sente-se o pulsar da tua vida nos teus poemas, ao folhear as preciosidades que nos deixaste apenas podemos dizer: - Até logo poeta!
     
    Os poetas que ainda andam neste mundo mandam-te um abraço e sentem que neste dia estão irmanados contigo na tentativa de fazer o bem na poesia, deixar ao mundo algo de interesse como tu e fizeste; Só és Brasileiro de nascença, porque a tua poesia é de todos e o mundo poético, estamos contigo neste dia, no teu Brasil querido.
     
     
     
    NAVIO NEGREIRO
     
    Retirado do Verso VI
     
    CASTRO ALVES
     
    Auri verde pendão de minha terra, 
     
    Que a brisa do Brasil beija e balança, 
     
    Estandarte que a luz do sol encerra 
     
    E as promessas divinas da esperança... 
     
    Tu que, da liberdade após a guerra, 
     
    Foste hasteado dos heróis na lança 
     
    Antes te houvessem roto na batalha, 
     
    Que servires a um povo de mortalha!... 
     
     
     
    Com admiração e respeito pelos poetas de todo o mundo.
     
    António Zumaia
     
    Sines – Portugal 
     
    14 de Março de 2008
     

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    Fábrica de Sonhos
    Ano III
     
     
     
     

     
    March 12

    Este destino António Zumaia

     
     
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    Este destino
    António Zumaia

    A doida alma que a noite procura,
    nas negras vestes pela noite calada.
    Vegetas rastejante na loucura;
    Te perdeste sem saber se és amada.
     
    Bocejo de um deus embriagado;
    Dardejando o mal que se reveste.
    Ele não sabe… mas está enganado,
    na tempestade tu a mim vieste.
     
    Foi sol, na varinha de uma fada;
    Renitente por não ter confiança,
    na alma inquieta e alada…
     
    Mulher nua alquimia e lança,
    que poisou em mim e foi muito amada;
    Apenas me deixou… a esperança.
     
    Sines - Portugal

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    March 10

    Uma simples carta de amor António Zumaia

     
     
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    Uma Simples carta de amor
    António Zumaia
     
    Foi numa carta de amor,
    que encontrei a minha vida;
    Lágrimas de branca cor,
    minha alma ficou rendida.
     
    Nessa água que bebi,
    ao ler a bela palavra,
    o meu poema escrevi;
    Na lágrima que restava.
     
    Em palavras de magia,
    fiz dos sentidos amor.
    Essa mulher eu queria,
    na melodia compor.
     
    Foi assim que eu escrevi,
    esse amor no meu peito.
    Nessa carta eu senti,
    as delícias do teu leito.
     
    Teus olhos que são divinos,
    vão saber interpretar…
    Vão sentir que os violinos,
    só para si podem tocar.
     
    Ao ler palavras de amor,
    no poema dedicado;
    É quadro de bela cor,
    que para si foi pintado.
     
    Todo o mundo de beleza,
    criei em mim para lhe dar…
    Quero em si uma certeza,
    este homem sabe amar.
     
    Sines - Portugal
    05/03/2008

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    Fábrica de Sonhos
    Ano III
     
     
     
     

    March 07

    Mulher... António Zumaia - Dia Internacional da Mulher

     
     
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    Mulher
    António Zumaia
     
    Dizer-te divina é muito pouco…
    Imploro o engenho que Deus me der.
    Porque és a luz deste mundo louco;
    Tens em ti o poder, porque és mulher.
     
    És assim o nascimento da vida.
    Se rainha, esposa, ou prostituta;
    Se louvada, acarinhada, ou ferida.
    O repor da vida é a tua luta…
     
    O teu ventre da vida é sacrário;
    Nele geras o rei ou simples povo.
    Teus seios alimento e relicário…
    Tu mulher, és a mãe do homem novo.
     
    És o nascimento e o amor.
    Das tuas mãos, que sangra o carinho;
    Enfrentas lutas e até a dor,
    quando do teu ventre, sai o anjinho.
     
    És alimento e sua protecção
    e dele fazes, mais um ser com vida.
    Crias e moldas o seu coração;
    És assim, a divina mãe querida.
     
    Serás sempre a deusa do amor,
    porque o mundo inteiro é teu altar.
    Teu perfume mais belo que a flor,
    teu destino é ser amada e amar…
     
    És do amor a sua pura essência.
    A sacerdotisa que o mundo quer…
    A dona da bondade e da clemência;
    O divino enlevo, és tu mulher.

    Sines – Portugal

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     8 de Março 2008
    DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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    March 05

    Meia Praia António Zumaia

     
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    Meia praia.
    António Zumaia

    O amor escrito na areia,
    já foi beijado pelo mar…
    Nessa praia que é só meia,
    onde o amor fui plantar.
     
    Brutal onda que o levou,
    na lisa areia perdido.
    Só o sonho me deixou
    a à desgraça rendido.
     
    Mas eu sei que vou lutar,
    nessas águas… meu encanto.
    Será dita o naufragar,
    no seu olhar de espanto.
     
    Na divisa desse mar,
    a fronteira eu passei.
    Perdi-me no seu olhar,
    nesse amor que já cantei.
     
    Em poemas de ternura,
    que os escrevi na areia…
    De os ler eu dei ventura,
    nessa praia… que é só meia.
     

    Sines - Portugal
    23/02/2008
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    March 01

    Teu nome gravado - António Zumaia

     
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    Teu nome gravado
    António Zumaia
     
    Teu nome o tenho gravado,
    a letras de fogo no peito.
    É a dor de ter queimado,
    o nosso amor no teu leito
     
    Foi um hino de ternura,
    no fogo do teu amor.
    Culminou nessa ventura;
    Eras mulher, eras flor.
     
    Ardam desejos contidos,
    nessa ternura fluindo…
    Que os pudores sejam perdidos;
    Que o fogo os vá consumindo.
     
    Por isso ficou gravado,
    nesse fogo que é paixão;
    Foi um amor consumado,
    sem ficar no coração.
     
    Estamos sós é a verdade…
    Sem fogo persiste o frio.
    Nem sequer há a saudade,
    no teu coração vazio…
     
    Sines - Portugal
    29/02/2008

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