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May 30
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Ao meu avozinho... Patrícia Ferreira
Adoro-te avô querido Não te posso esquecer Tu és muito bonito O avô do meu querer Nunca tu vais saber Imaginar sequer O que eu gosto de ti
ZUMAIA é o teu nome Unicamente na poesia Mau ou bom és sempre o meu avô Avô que sempre queria Imagina o meu amor Adoro-te avô querido.
Patrícia Ferreira 8 anos Lisboa - Portugal
29 de maio 2007
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May 29
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Basta!... II
António Zumaia
Basta!... Desta luta no meu peito; Sofro!... E não quero mais sofrer. É adaga que mancha o teu leito, escrevendo a sangue meu viver.
Basta!... De vazio que em nós nasceu, criado de um nada sem razão; O nosso amor nunca mereceu, ser esfacelado por nossa mão.
Basta!... De dor e insensatez, perscruta atenta o meu olhar; Vê com muito amor, tudo o que lês e verás como te sei amar.
Basta!... De tanta dor e ciúme; Brasa que queima e não aquece, não tem chama, não é bem o lume. Amor existe em quem o merece.
Basta!... Um jardim vamos plantar, que pleno do cor e harmonia, seja o reflexo do nosso amar e belo sonho que em nós vivia.
Sines - Portugal
16 de janeiro 2007
| May 28
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Inserção poética
António Zumaia / Roseli Busmair
O Tempo... António Zumaia
A vida foi num beijo que me deste, enfeitada de rosas… linda cor; Foi quando em meus braços te fizeste, a divina mulher do nosso amor.
ÚNICO BEIJO QUE NA VIDA DESTE ENTRE ROSAS D'UM JARDIM EU ERA FLOR EM TEUS BRAÇOS DO FRIO ME AQUECESTE DIVINAL TERNURA DO AMOR EM FLOR Recreaste no sonho a ilusão, foi plantado nas rosas do teu leito… Sob os seios palpita um coração, que para amar, eu sei que foi eleito.
O SONHO DA VIDA NASCIDO DA ILUSÃO SEMEADURA IRRIGADA EM PRECONCEITO DENTRO DO PEITO BATE UM CORAÇÃO QUE QUER AMAR MAS AMAR DO SEU JEITO Vou viver nas capelas já perdidas, luz que pelos vitrais, se vai escoando. Ás ordens desse templo… são rendidas.
ENCAPELADA NAS ONDAS JÁ VIVIDAS LUZ REFRATÁRIA EM VITRAIS SE ESPALHANDO SOME O NOSSO TEMPO, VÃO-SE HORAS PERDIDAS
Porque a vida por nós já vai passando, abrindo cruelmente novas feridas, o nosso tempo, vai-se já findando.
POIS VIVER SEM TER AMOR VAI AFOGANDO AO SONHARMOS O VIVER N'OUTRAS VIDAS; NUM NOVO TEMPO - O AMOR QUE VAI FICANDO...
Paraná - Brasil 14/05/2007
Sines – Portugal 05/05/2007
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Convite
António Zumaia
Convida leitores e amigos para sessão de autógrafo do seu livro de poesias ÁGUA... VIDA, a realizar-se no dia 29 de maio a partir das 17 horas na Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII, no Stand da Editora Minerva.
Ficarei honrado com sua presença.
Carinhosamente
António Zumaia
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May 27
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INSERÇÃO POÉTICA
António Zumaia / Suzette Duarte
Amor
António Zumaia
Muitas rosas e amores, são alimento da vida… Quando me dás teus favores, és divina… és querida.
Mas no céu eu vou escrever, todo o amor que me deste; As estrelas vão saber, que há nova estrela celeste.
Brilhando a vida inteira, essa mulher é meu hino. Entre linda e faceira, ela fez o meu destino.
Senti seu grito e dor, da poesia esqueci… Quis ser homem, seu amor; Esse momento, eu vivi…
Mas seu grito eu calei, era fruto de prazer; Quando seus lábios beijei, Saboreei… meu viver.
Um ao outro demos vida, na luxúria do amor… Tu és a mulher querida e eu sou, o teu senhor.
Sines Portugal
18/05/2007
Amor
Suzette Duarte
Muitos cravos tem a vida,
essências nulas de odores...
E nos trazem á partida,
um mundo de muitas dores.
Na terra te vou plantar:
no Jardim da Violeta...
Vai teu ego perfumar
a fragrância mais discreta.
No universo da magia,
chegará doce perfume...
Inserido na poesia,
e, Zumaia sem queixume.
Sagres-Portugal
20. 05.2007
| May 26
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Convite
António Zumaia
Convida leitores e amigos para sessão de autógrafo do seu livro de poesias ÁGUA... VIDA, a realizar-se no dia 29 de maio a partir das 17 horas na Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII, no Stand da Editora Minerva.
Ficarei honrado com sua presença.
Carinhosamente
António Zumaia
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May 24
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INSERÇÃO POÉTICA
Marici Bross / António Zumaia
AMAR UM POETA (Marici Bross) Para podermos amar a um poeta Temos que ser especial Pois o poeta é amor universal Ama a tudo e a todos Ama a vida, o amanhecer e o anoitecer.
Para amar um poeta, É preciso, não sermos possessivas Ou mesmo dominadoras Temos que a vida deixar Fluir, entre seus devaneios E sua realidade.
Para algumas mulheres, não é fácil, Para outras, ao contrário É a vida esperada Que chega em lindas poesias E muito amor.
É o desprendimento num conjugar De sonhos e esperanças. É a vida romântica e cheia de carinhos É o amor que a maioria espera Mas... Nem sempre consegue entender.
SP, 02-10-06 - 21:30h.
O POETA E O AMOR... António Zumaia Ser poeta é viver nas estrelas; O amor apenas um raio de luz. As suas penas, sabe bem escrevê-las; Da vida, sabe fazer sua cruz. Ser poeta é fazer amor... na dor. De um simples sonho, fazer sua vida; Pintando o céu de múltipla cor, no Olímpio encontrar sua querida. Ser um poeta é ter duas vidas. O homem é um ser, que sabe amar. O poeta ama as luas perdidas. A loucura é a beleza de criar; Pobre poeta de eras esquecidas, que vive a vida, apenas a sonhar.
Sines - Portugal
| May 20
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Ceifeira da vida I António Zumaia Soltem a dor no meu peito; Crueldade… adivinhei. Quando esteve no meu leito, foi esse amor… que eu matei. Ó morte porque vicejas e de nós és o destino. É certo que tu não vejas, se é velho ou menino? Essa mulher… Crueldade! Era a vida do meu ser, foi uma estranha maldade; Porque assim… Não sei viver. Ceifando espigas na vida, teu alimento elas são; Levas-te minha querida… Fiquei sem vida… Sem pão.
*****
Ceifeira da vida II António Zumaia Baila comigo ceifeira, jogo de azar ou morte… Porque de qualquer maneira, será essa a minha sorte. Dá-me a tua liberdade, negro bailado teremos; Esquecendo essa verdade, bem juntinhos dançaremos. Meu corpo inerte e frio, carta fora do baralho… Flúi a alma como um rio, neste meu pobre trabalho. Já dei o que posso dar, de braço dado com a vida; Agora jogo ao azar, minha ceifeira querida. Joga em mim… hora, destino; Não é coisa que me importe, já marcada de menino, a hora da minha morte...
***** Ceifeira da vida III António Zumaia Sou-me sem medo sem dor, na vida que Deus me deu. Tenho carinho e amor… Tudo o mais… que já foi meu. Pela vida já passei, Ceifeira baila comigo. Eu contigo dançarei; Podes crer… não é castigo. Mas ceifeira acredita, nem tudo tu vais levar; Meus poemas, minha escrita, é castigo… vai ficar. Meu corpo vais destroçar; Este coração que amou, nada dele vai restar, para a vida… acabou. Vamos dançar ó ceifeira, doce menina fagueira… Sines - Portugal 20 de maio 2007
| May 18
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António Zumaia
A vida escorre nos dedos, em dilúvio de poemas; Neles escondo os meus medos, a vida e seus dilemas…
Mais um dia outro a seguir, a vida vai-se escoando… Eu amo e não vou mentir, nos dias que vão restando.
Só por isso amo a vida, porque vou somando os dias, com essa mulher querida; Que só me dá alegrias.
Dias, anos e amores… Somando sonhos na vida, do amor… tenho os sabores, nessa mulher tão querida.
Escoem anos à toa! Que importa a vida que passa, é hino que se entoa; Pomba branca que esvoaça.
É tão belo ter um amor, que o tempo assim parou; O dia que passa é flor, um dia… que se ganhou.
Sines - Portugal 15 de maio de 2007
| May 16
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 António Zumaia
Elas passam como vento, mas tu ficas como a água. Vertigens do pensamento, que vão… e não deixam mágoa.
És a água que me banha, bem colada a minha pele; Em carícia me acompanha, como esculpida a cinzel.
Não estás no vento que passa, nem macia, nem agreste… És água que me repassa, desde o dia em que vieste.
Molhando meu corpo louco, eu te senti com amor e grito até ficar rouco: Não me seco… Não senhor!
Passa o vento e quer secar, a água que tenho em mim; Mas eu vou me resguardar, para o teu precioso… Sim!
Sines – Portugal 15 de maio de 2007
| May 15
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Graças a Deus, fiz 68 anos.
Mais um ano que passou, menos um que me restou; Mas fiquei na poesia, talvez menos… que queria.
Neste ano fiz amor… Plantei jardins, muita flor; Ano que Deus me ajudou, na seara que regou.
Um livro que eu plantei… Foi ao mundo que o dei, assim um ano passei, escrevendo o que amei.
Mais um ano nesta vida, houve amor… também ferida. Ele foi… eu aqui estou, no poema que vos dou.
Mais um ano a passar, é menos um para dar, esta minha poesia… Talvez menos… que queria.
António Zumaia Sines - Portugal 15 de maio 2007
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May 13
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Fátima... altar do mundo António Zumaia
Luz do mundo, é nosso altar a Senhora que é de todos nós; Ela nos ensinou que a rezar, Deus sempre ouvirá a nossa voz.
Aos humildes ela apareceu, nos pobres campos de Portugal... Mas foi aí que ELA nos deu, as armas para combater o mal.
Como divina é a tua graça e rezar-te eu tanto queria... Ser a pomba branca que esvoaça, anunciando a paz ... Avé Maria...
Foi de Fátima... para todo o mundo, que essa doce voz se levantou e nesse mistério mais profundo, nos mostras-te... que teu FILHO amou.
Campos de Portugal... sementeira, do amor que Deus nos ensinou; Senhora de Fátima padroeira, desse homem... que tanto pecou.
Avé Maria, cheia de graça, dos pecadores és o abrigo; Somos teu povo que humilde passa e estamos em Fátima contigo...
Santa Maria és mãe de Deus, por isso acatamos teu sinal... É este terço nos dedos meus, que te agradeço por Portugal. A fé de todos os filhos teus, porque o teu amor... é universal.
Esta é a minha pequena oração a Senhora de Fátima
Homenagem aos 90 anos da primeira aparição
da Virgem na Cova da Iria
| May 11
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António Zumaia Beija-me nas entrelinhas de um poema… Boca com sabor… a morangos da vida. Foste o hino para mim… minha querida, que cantei aos céus… melodia serena. Clamo na saudade, que sinto no peito, nesta loucura de vida a separar… Vem junto a mim… vamos os dois cantar, a canção da vida, que nos diz respeito. Somos dois seres sofridos na crueldade… Juntaremos com carinho nossos pedaços, no altar da vida… e sem qualquer maldade.
Seremos dois juntos… em nossos regaços; Deixa que a vida, nos traga suavidade e te darei… o carinho dos meus braços.
| May 09
António Zumaia
A vida foi num beijo que me deste, enfeitada de rosas… linda cor; Foi quando em meus braços te fizeste, a divina mulher do nosso amor.
Recreaste no sonho a ilusão, foi plantado nas rosas do teu leito… Sob os seios palpita um coração, que para amar, eu sei que foi eleito.
Vou viver nas capelas já perdidas, luz que pelos vitrais, se vai escoando. Ás ordens desse templo… são rendidas.
Porque a vida por nós já vai passando, abrindo cruelmente novas feridas, o nosso tempo, vai-se já findando.
Sines – Portugal 05/05/2007
| May 06
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Mãe… António Zumaia
És um sonho feito flor; Tu que me deste a vida… Sou fruto do teu amor, minha mãe… és tão querida.
Rezo a Deus com devoção, por tua felicidade; Moras no meu coração, num carinho de verdade.
És a mãe e minha guia, nesses caminhos do bem… Minha mãe como eu queria, pagar-te em amor também.
Neste dia dou-te flores, a beleza desta vida… Tu és um dos meus amores; Minha mãe, sempre querida.
Hoje, em Portugal , festejamos o Dia das Mães.
A Fábrica dos Sonhos homenageia a todas as
Mães e a seus filhos desejando um dia alegre e feliz.
06 de maio de 2007
António Zumaia
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May 05
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O grito... António Zumaia
Grito no vento e desejo, sei que nele está escrito, a delicia do teu beijo, num momento tão bonito...
Grito ao vento que passou... Que a quero em mim outra vez. Pois o ser que tanto amou, se quedou na timidez...
Grito ao vento que fustiga, que de mim levou a flor e que cruel me castiga, retirando o meu amor.
Grito ao vento que é vida, e que me deixa na dor. Preciso dessa querida, preciso do seu amor...
Grito ao vento em loucura, para meu beijo levar... Eu quero dar-lhe ternura, do outro lado do mar...
Grito ao vento, já na dor... Sinto um estranho vazio; Meus lábios já sem amor e sem cor... ela partiu!
Grito em raiva no vento. Sinto em mim que a venero... Rasga-se em mim, um lamento... Pois junto a mim eu a quero.
| May 03
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Jogo António Zumaia
Amor na palma da mão, moeda que jogo ao ar; Jogo de ocasião, jogo de sorte e azar. Amor é jogo e vida, vivido na madrugada; Pode ser noite perdida, ou a sorte tão sonhada. Vamos jogar a razão, que o amor já acabou; Foi apenas um ladrão, que tudo de mim roubou. Não serei mais jogador; Sei que a vida pode dar, em plenitude o amor; Não é preciso jogar. Mas joguei o meu destino; As cartas estavam marcadas, o trunfo era feminino, não foram embaralhadas. Tudo de mim levou, sem nada de si me dar e quando o jogo acabou, conheci o meu azar… Bebo um copo desistindo, deste jogo… desta vida; Que passa o tempo ferindo, Jogo… e mulher perdida.
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