António's profileFÁBRICA DE SONHOS - 2009...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    May 22

    Feliz Aniversário! Meu querido pai.

     
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     A mais bela prenda que um pai pode receber de sua filha.
    António Zumaia

     
    Feliz Aniversário!
     
    Gosto de ti tal como és
    a vida fez-te sofrer,
    levaste pontapés
    que não podes esquecer.
     
    Meu pai, como Camões
    homem com valor!
    Na vida desilusões
    de uma vida com amor.
     
    Tuas palavras, meu orgulho
    jamais vou esquecer
    neste mar eu mergulho
    para a poesia fazer.
     
    70 anos para festejar
    uma vida de loucura
    tua filha está a tentar
    escrever-te com ternura.
     
    Parabéns meu querido pai
    gostava de estar contigo
    a infância já lá vai
    mas fica o ombro amigo.
     
    Belinha
     

    Meu querido pai, que faças muitos e muitos anos para que me vejas envelhecer, adoro-te, tenho saudades de quando era pequenina e tu brincavas comigo. Muitos parabéns e um beijinho com amor da tua filha, Belinha

    Lisboa, Portugal, 15 de Maio de 2009

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    May 15

    António Zumaia - 15 de maio - 70 anos

     
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    António Zumaia

     
    15 de Maio de 2009 faz o homem setenta anos, mas tem o privilégio de ser poeta e este não tem idade.
     
     
    O tempo na vida de um poeta
     
    E o tempo vai passando,
    desdenhoso e cruel;
    Horas minutos contando,
    o que escreve no papel.
     
    No livro da sua vida,
    muita coisa se escreveu;
    Houve até mulher perdida,
    nessas horas que viveu.
     
    Passa o tempo, a vida vai;
    As horas vai descontando,
    este poeta não sai,
    da vida que vai levando.
     
    Dá seus poemas à lua
    e até a divindades;
    À mulher que já foi sua
    e as imensas saudades.
     
    O que escreve ele sente,
    pode nem ser a verdade;
    Derrama da sua mente,
    sem ver a realidade.
     
    Mas seu tempo é contado,
    nos caminhos que percorre.
    Encanta e fica encantado,
    pois poeta nunca morre.
     
    António Zumaia
     

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    Sines – Portugal
    15 de maio de 2009

     
     
     
     
    May 06

    Tenho fome... mulher

     

    Tenho fome...

     

    Do teu carinho e amor;

    Carência de ti mulher…

    Do teu corpo o calor,

    tudo que de ti vier.

     

    Anseio gritar a vida,

    ao teu corpo adentrar;

    Vem mulher! És tão querida,

    que é meu sonho, o te amar.

     

    Não dês ouvidos à vida.

    Vem! Vamos fazer amor.

    Esquece toda a ferida,

    que apenas te causou dor.

     

    Tenho fome de carinho,

    do que a mulher sabe dar.

    Quero que sejas meu vinho,

    que me possa embriagar.

     

    Tenho fome dos teus beijos,

    da minha vida és altar;

    Onde escondo os meus desejos,

    onde desejo rezar…

     

    Tenho fome do que és,

    nesse corpo de mulher;

    Em amor fico a teus pés,

    beijando o que poder.

     

    Tenho fome de amor;

    É esse o meu castigo,

    ficarei preso na dor;

    Se não fizer amor contigo.

     

     

    António Zumaia

     
     
    Este poema encontra-se dito pelo autor em: http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/21515
    May 01

    Dia da mãe 03 de Maio

     

    03 de MAIO Dia da Mãe…

     

     

    Dedico por inteiro e com todo o amor de filho, este Dia da mãe à minha que já faleceu, e a todas as mulheres que tiveram a dita de ser mães. Á minha, por ter-me dado a vida e tudo ter feito, para eu saber dar o devido valor, à mais bela palavra que define um dos sentimentos mais belos… O AMOR.

     

     

    Citando Camões:

     

    Alma minha gentil que te partiste,

    tão cedo desta vida descontente.

    Repousa lá no céu eternamente,

    viva eu cá na terra sempre triste.

     

     

    Esta quadra, do belo soneto de Camões, quando a leio, sempre me faz lembrar, que minha querida mãe partiu.

     

    Ela foi mãe, mestra e protectora, sempre colocando minhas necessidades em primeiro lugar, num espantoso exemplo de sacrifício maternal.

    Não é pois de admirar que este amor cimentado pela ausência, me faça escrever estes poemas que me saem naturalmente do coração.

    Se na verdade, memória desta vida se consente, lembra que teu filho ainda hoje derrama lágrimas de dor e saudade.

     

     

    Sra. Joaquina Afonso Lopes Basílio Ferreira.

    - Nascimento 28 de Agosto de 1909 

    - Falecida a 23 de Março de 1993

     

     

     

    Querida Mãe, um recado para ti

     

     

    Mãe...

     

    Ouve este gemido e este lamento.
    Teu filho a vida, está a viver...
    Esta saudade que tenho é tormento,
    porque tua ausência me faz sofrer...

     

    Mãe...

     

    A tua palavra meiga ao deitar,
    esse teu carinho desvanecido...
    Teu alegre bom dia, ao levantar.
    Ah! Como era feliz por ter nascido...

     

    Mãe...

     

    Por que chora meu pobre coração?
    Eu sou homem e luto para viver...
    Em menino era a tua devoção,
    e deste o teu carinho, para crescer...

     

    Mãe...

     

    Querida... como todas as mães da vida,
    porque choro, se Deus te quis levar?
    És sempre presente e nunca esquecida,
    és imagem que sempre vou amar.

     

     

    Mãe... olha o teu filho.

     

    De menino a homem a idoso,
    sempre lutei pelo bem, que me ensinaste;
    Fui sempre leal, bom e carinhoso,
    nessa estrada certa que me criaste...

     

    Mas olha o teu filho ó mãe...

     

    Estou por agora criando beleza...
    Sou um homem que não se realizou.
    Mas tenho em mim esta grande riqueza,
    destas mãos saem... tudo o que eu sou.

     

    É verdade ó mãe querida...

     

    Eu não soube, amontoar a riqueza,
    bens materiais me escasseiam na vida...
    Mas criaste carácter de firmeza;
    Só por isso, nunca serás esquecida.

     

    Obrigado... ó mãe.

     

    Olha estas lágrimas... são teu presente;
    Oferece a Jesus, junto com as tuas...
    ELE decerto ficará contente,
    teu filho vagueará por estas ruas...

     

    Beijos etéreos... Querida mãe.

     

     

    Um dia, quando Deus quiser, irei dizer-te este poema minha querida mãe.

     

     

    António Zumaia