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June 29
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Teus olhos dizem… António Zumaia Da ânsia de carinhos que precisas… Desejos que ocultas, neles estão; São a janela do teu coração, desse tão belo amor, que eternizas. Teus olhos dizem a cor do amor; Resplandecem na luz que vem da lua. Porque eu sinto, que ao vê-los estás nua; No teu perfume de tão linda flor… Olhos de mulher serão sempre o tema; O belo lago onde brilha o amor… A incerteza, o mais belo dilema. Brilho das estrelas são a sua cor; Amor… a razão deste meu poema, sussurrando… Eu sou o teu senhor!… Estoril - Portugal 08/01/2007
| June 27
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Primeira Comunhão da Patrícia. António Zumaia
Deus te proteja querida, dos males que a vida tem; Sejas por eles esquecida, por todo o sempre. Amém!
Sou o teu avô querido, porque a vida assim o quis; Este dia ser vivido, já me faz muito feliz.
Recebeste o SENHOR, nesse teu coração puro; Recebeste-O com amor, será teu porto seguro.
Olha a vida bem de frente e NELE tem confiança. Sorri alegre e contente, será essa a minha esperança.
Que a vida te resguarde, da intriga e da maldade. Sem vaidade ou alarde, afirmes sempre a verdade.
Tu prometeste ao SENHOR, viver e fazer o bem… Leva de mim o amor, que este velho por ti tem.
Com Jesus no coração, alma alegre a cantar; Deus te conceda o condão, na vida poder sonhar...
Paço d´Arcos - Portugal 17 de junho 2007
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June 26
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Acto final... António Zumaia
Quem é não sabe, nem quer saber... Mas, que importa se a vida lhe dói? Se ele está privado de viver, num sonho, que ela própria destrói...
Num ápice esta vida acabou; Duas palavras, final do acto; Nesse palco apenas ficou, uns traços leves, do seu retracto...
E neste palco duro da vida, vagueiam sombras e seu destino; É agora eco da ferida, numa ária louca... em desatino.
As luzes da ribalta apagaram; Jazem os acordes do piano... Todos os actores já se calaram e a voz do silêncio é soberano.
É silêncio o que sente na alma; É a triste sorte do abandono, já nem a ovação o acalma, porque sente a vida, sem retorno.
Foi uma triste história de amor, que em sonho, no palco foi contada; Realizada e vivida sem dor e o palco queda agora... sem nada...
Sines - Portugal 28/03/2005
| June 21
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Ser Poeta...
Isabel Ferreira É ter inspiração Divina É ser mais forte que a própria alma, É ter nos lábios a rima Das palavras, dos som que nos acalma Sei que transformas a tua dor Em palavras doces como o mel Tens na alma todo o amor Que embriaga o teu fel Tua vida foi difícil meu pai, Nobre Poeta e sonhador Com tuas palavras o mundo não cai Vivendo em pleno... o amor! O que me vai na alma tento escrever Não sei rimas nem prosas, O que penso de ti, não posso esquecer Pois as razões são poderosas Para ti meu pai com todo o amor, Escrevo estas palavras sem jeito. Orgulho, de quem transforma a dor Num belo e doce livro perfeito
Ninguém te ensinou a ser quem és, Teu peito foi atingido pela seta No Oceano contra as marés, Remaste, e conseguiste ser Poeta Adoro ser tua filha E viver com teu esplendor Sou como a luz que brilha No cantinho do teu amor. Com muito amor e carinho desta filha que te ama e sente muito orgulho no pai que Deus lhe deu.
22 de Outubro de 2005 Lisboa - Portugal 
Minha filha... António Zumaia É muito amor o que sinto no peito; É ternura que me escorre das mãos, amar-vos com ternura e com respeito, a ti minha querida ... e teus irmãos. A minha poesia é um pobre tema, apenas é ditada pelo amor... Sinto que é uma verdade Suprema, pois pela vida... já senti muita dor. Mas o teu carinho é a recompensa, desta vida difícil que trilhei... Quis escrever... a vida não deu licença, foi por vós... que toda a vida lutei. O teu poema... bálsamo de vida, é recompensa dos amargos dias... O teu velho pai... ó minha querida, Tem por vós, o amor que tu querias. São minhas lágrimas este poema, alegria do pobre coração... Tanto sangrou na vida, que foi lema de tudo, o que sai da minha mão. Perdoa , mas sinto a alma a chorar, tuas palavras carinho que aceito... Ser poeta é ser triste e amar, é sentir esse amor, neste meu peito. Sei que tens no teu sangue a poesia, teu coração tem flores e é jardim... Fazer-te algo de belo queria e guardar-te como flor... para mim. Queria-te feliz ó meu amor... Esse belo sorriso quero ver, és a vida e perfume de flor, que vai comigo... ao deixar de escrever.
Sines - Portugal
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Sou eu que sinto na tua poesia a alegria... de ser teu pai.
OBRIGADO QUERIDA FILHA
António Ferreira 18.01.2006 Portugal
June 20
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Faz amor comigo… António Zumaia Mulher… faz amor comigo, logo ao amanhecer… Será divino castigo, de o teu corpo… eu ter. Dá-me teus seios rosados, delírio dos meus sentidos… Quero-os por mim já beijados, são os meus sonhos pedidos. Vem a meus braços amor, dá-me tudo o que sonhei; És para mim bela flor, com que a vida perfumei. Teu corpo divino templo, que de amor eu profanei; Será na vida o exemplo, do que nela… eu amei. Soltem harpas melodia; É teu gemido de amor, num grito que eu queria, ver no céu… a sua cor. São teus lábios que me beijam, sugando tudo de mim. São teus olhos que desejam, o meu grito… o meu sim. Então, tudo eu te dou; Ao teu encanto rendido… Sou o homem que te amou e por ti ficou perdido. Foi amor de entardecer… Mas houve o sentimento, foi a forma de viver, esta vida sem lamento… Joguem rosas porque amei, a deusa veio do mar… Foi o sonho que sonhei, nesta vida… encontrar. Lisboa - Portugal 24/07/2006
| June 16
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Maddie MacCann´s
Onde você está?
Ao fazermos este apelo, não nos move apenas o caso particular da Maddie, mas sim das crianças de todo o mundo. Apenas nos servimos desta menina para configurar o imenso rol de crianças desaparecidas, nas criminosas teias da Pedofilia e de outros inconfessáveis delitos.
Em nossa modesta opinião, os distúrbios mentais destes criminosos deveriam ser combatidos com mais firmeza pelas polícias de todo o mundo, pondo fim a inquietante incerteza que paira sobre o destino de nossos filhos, quando ainda crianças indefesas.
Hoje com as tecnologias que se dispõe, é fácil referenciar qualquer criminoso no meio de milhões de pessoas e ter acesso aos seus movimentos, basta que para tal as polícias de todo o mundo se disponham a criar um banco de dados sobre essa gente criminosa e os disponibilizem; Isto não é cercear a liberdade de qualquer pessoa, mas sim criar condições de liberdade para o pacato cidadão que vive a sua vida sem utilizar o crime.
Todos sabemos que o poder do dinheiro é uma arma terrível e é ele que mais facilmente corrompe para fins inconfessáveis. Apenas os Governos das nações tem poder económico e moral para travar estes senhores.
Referenciem os Traficantes de carne humana. Referenciem os traficantes de crianças. Referenciem os traficantes de droga. Referenciem os terroristas. Referenciem os criminosos.
Criem uma base de dados e disponibilizem-no para todas as polícias do mundo e sempre que algum caso desses aconteça em qualquer país, seja dado de imediato o alarme geral.
Talvez assim, o pacato cidadão do mundo possa usufruir de um pouco de paz e tranquilidade para executar o seu honesto trabalho; Os pais da Maddie são médicos e neste momento não estão a exercer, mas afanosamente a procurar sua filha desaparecida. Este assunto não é particular, mas sim de toda a sociedade.
Perdoem, mas eu sinto isto.
António Zumaia
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June 13
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Maddie MacCann´s, onde você está?
Desapareceu a menina chamada Maddie MacCann´s, quando seus pais a deixaram a dormir junto com seus irmãos gémeos num apartamento da Praia da Luz no Algarve – Portugal. Seus pais deslocaram-se para jantar num restaurante perto do apartamento, ao chegarem verificaram o desaparecimento. Presume a policia, e tudo indica que tenha sido roubada; Todos agradecemos qualquer esforço para a encontrar…
POR FAVOR AJUDEM-NOS A ENCONTRAR ESTA MENINA. Ao criminoso ou criminosos que realizaram tal façanha, POR FAVOR DEVOLVAM A MADDIE. É para vós o meu poema.
António Zumaia
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Roubaram a Maddie
Malvado coração tão mal agiste, deixando a dor e tão grande tristeza; Levando essa menina e partiste, deixando em nós, a terrível incerteza.
Era o sol iluminando a família, lançada a esmo na escuridão… Em nós fomentou a estranha quizília, porque não vislumbramos, o perdão.
Tens alma? Ó ladrão que a roubaste? Chora em sangue, lágrimas derramadas. Teu crime é bem maior do que sonhaste; Nossa MADDIE está no rol, das roubadas.
Tua infâmia pode ainda parar… Basta que devolvas essa menina. Seus queridos pais estão a esperar, que devolvas a sua pequenina.
A MADDIE temos fé, que vai voltar; Para todos nós vai ser alegria… Ser bela menina e poder sonhar; Ó meu DEUS! Como eu o queria.
Se ao poeta lhe é dado sonhar, arranquem deste meu peito, a dor… Quero a MADDIE no Algarve a brincar e junto a seus pais, com muito amor.
POR FAVOR… DEVOLVAM A NOSSA MADDIE.
Nota:
Se alguém souber do paradeiro desta querida menina,
por favor dê-me a alegria de a saber com seus pais.
António Zumaia
June 12
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Feliz Dia dos Namorados.
Meu amor... Florbela Espanca
De ti somente um nome sei, Amor, É pouco, é muito pouco e é bastante Para que esta paixão doida e constante Dia após dia cresça com vigor!
Como de um sonho vago e sem fervor nasce assim uma paixão tão inquietante! Meu doido coração triste e amante Como tu, buscas o ideal na dor!
Isto era só quimera, fantasia, Mágoa de sonho que se esvai num dia, Perfume leve dum rosal do céu...
Paixão ardente, louca, isto é agora, Vulcão que vai crescendo hora por hora... O meu amor, que imenso amor o meu!
Feliz dia dos Namorados.
Réplica ao Meu amor de Florbela Espanca Meu amor... António Zumaia Desconheço o que és, ao que vieste? Mas sei... Que enlaçado eu fiquei e foi nos teus braços... Que eu pequei. Quero saber e não sei. Que fizeste? Mas a flor, que floriu na minha mão; Foi muito amor... Que vi desabrochar, enlouqueci e comecei amar; É difícil calar o coração... É fantasia escrita no vento; Porque o amor, está no pensamento e ninguém o vê... mas pode sentir. É assim que eu te sinto, ó meu amor; Fazes de mim poeta e sonhador e nosso destino, eu vou cumprir. Carinho do Zumaia, Desejando a todos um FELIZ DIA DOS NAMORADOS. Sines - Portugal Finalzinho da Primavera 2007
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June 10
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10 de Junho - Dia de Portugal. António Zumaia
É dia de PORTUGAL. Recordemos o passado, foi um povo sem igual; Cujo destino é o fado.
Criou para si a saudade, sua vida foi o mar… Nobre na ingenuidade, sempre pelo bem a lutar.
Seus feitos Camões cantou; Deu ao mundo a Lusa gesta, que a todo o mundo encantou e homenagem, lhe presta.
Foi esse o meu PORTUGAL. O que hoje quero lembrar, a nobreza foi sinal, dos poetas… o cantar.
Canta o fado Português; Povo que sofreu… e sofre. Humilde na pequenez, já condenado e pobre.
Só tua alma é grandeza. Grita a tua liberdade… És nobre nessa pobreza, é essa a tua verdade.
Viva PORTUGAL.
Lisboa, 10 de Junho de 2007
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June 09
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Canto o amor António Zumaia
Canto o amor à minha maneira; Doce mulher que é divindade. Perdido estou… Queira ou não queira; Porque tu és, a minha verdade. A simples razão do meu viver; Razão deste poema escrever…
És a luz que ilumina os meus passos, melodia que embriaga o meu ser… O doce amor, que nos prende em laços. Força que domina o meu querer. Vem mulher! Nos teus lábios a cor, desse beijo… que é só amor.
Fomos, somos e sempre seremos, a luz que se escreve poesia. Nesta doce paz, que em nós temos; Nosso amor… nunca foi fantasia.
Sines - Portugal
| June 05
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Almoço de Confraternização dos Militares do Batalhão de Caçadores 156
03 de Junho 2007
Os Guerreiros… António Zumaia
Foste jovem da pátria guerreiro; Gritaste esse amor na tua vida… Roubaram-te o sonho, esse o primeiro; Servir a tua pátria querida.
O sangue generoso e sempre nobre, por terras africanas derramaste. Jovens, que do mais rico ao mais pobre, esse duro combate reclamaste...
Feliz da pátria que tais filhos tem. Pelas matas espalharam bravura e lutaram bravos, como ninguém…
Meninos que recordo com ternura; Foram homens, sem medo do além; Porque servir a pátria… foi ventura.
04 de junho 2007 Sines - Portugal
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June 03
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Inserção poética
António Zumaia / Maricell
Nau do Insano II António Zumaia Oh! Da Gávea olha-me bem esse MAR... Verifica se está pleno de rosas. Que no seu dengoso cantar, Escolha as canções mais formosas...
O teu capitão hoje vai amar . Escolhe o vinho e taça preciosa Rósea nuvem para acoitar A deusa mais doce e formosa...
Arria as velas, quero a sua luz, Vai haver amor na nau do insano... Teu corpo lindo... há muito me seduz.
Ela se entrega... e sem desengano, Meu corpo e alma, ela conduz E há amor... divino e profano.
E nesta luta de deuses, divina Tenho teu corpo esplendoroso de menina...
No êxtase... nada para mim foi humano, Ergamos ao céu... a Nau do Insano .
Sines – Portugal 22.05.03
Nau do Insano II Réplica de Maricell
Insano coração que tanto amou um dia Que me pensou apenas calmaria Que me sentiu apenas calmo mar. Que não viu meu céu em tempestades Nem as altas ondas de saudades Que de meus olhos ficaram a rolar.
Insano amor que tive por um dia En nau insana, agora nau vazia Daquele amor que ensandeceu meu coração Capitão de nau que em mar de rosas amei Amor que em taças de cristal brindei Amor que embriagou-me de paixão.
Taças vazias de amor agora são Somente a dor as enche e a saudade É o vinho que embriaga minha dor Neste mar que outrora foi só felicidade.
Nau do insano! Insana nau de dor De insano amor ao qual me entreguei Hoje sozinha brindo a dor do amor Como há tempo nesta nau o amor brindei.
Quero de ti partir e me partir em ti Sobraçar contigo e me afogar no mar Neste mar que um dia viu o meu sorrir Neste mar que ouviu um dia meu cantar.
Que as ondas do mar me levem para abismos Que Posseidon me receba em seus braços Quero esquecer enfim a nau do insano E apagar de mim todos teus traços.
E no azul das ondas onde viverei Tua ausência será a maior dor A dor de viver eternamente A buscar neste mar onde tanto naveguei A nau do insano, a insana nau do amor.
Maricell Bauru -São Paulo maio 2003
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