António's profileFÁBRICA DE SONHOS - 2009...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    September 28

    Homenagem ao primo Marcelo Marreiros dos Santos

     
     
     
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    Homenagem 
    ao primo  
    Marcelo Marreiros dos Santos
     
    A minha singela homenagem, ao grande homem que foi este meu primo, por afinidade.
     
    Tive o gosto de conhecê-lo em Luanda, onde me deu o grato prazer de  verificar o desportista arrojado e bom conhecedor dos segredos do mar e de seus habitantes. A facilidade com que fazia mergulho de profundidade, em águas infestadas de tubarões deu-me a real dimensão da sua coragem e perícia, como desportista e homem. Algumas vezes o vi mergulhando destemidamente na praia da Caotinha, na Cidade de Benguela, Angola, onde os tubarões abundavam, ao interrogá-lo se não tinha medo, respondia com o seu eterno sorriso: São meus amigos de  longa data.
     
    Já cá em Portugal. O seu gosto pela aventura levou-o a trocar o conforto de seu automóvel pela mota HONDA GOLD WING, Tornando-se um motard, que facilmente fazia amizades por onde andava, foi aí que o destino o acompanhou, com as palmas dos seus camaradas motards.
     
     
    Deus o tenha em descanso na glória dos homens bons.
     
    Meu destino foi o te conhecer,
    Amigo do amigo sempre igual.
    Raro é o homem que ao viver,
    Consegue da família ser mural.
    Enlevo de todos e o querer,
    Levou-te esse destino fatal.
    Oh! Saudade... Não te vamos esquecer.
     
     
    Saudade primo e amigo
     
    Morremos um pouco é a verdade,
    somente em nós ficou a lembrança.
    Porque ao partir, deixaste a saudade;
    Foi de ti a mais bela herança.
     
     
    A família não te vai esquecer
     
    Porque o teu sorriso era uma vida,
    que a todos nos dava felicidade.
    Tua perda foi para nós ferida,
    foi a vida… e sua crueldade.
     
     
    A sua liberdade conquistou
     
    Escorre das mãos esta saudade,
    porque como tu, amo voar…
    Sentir o vento é a verdade,
    que nos faz ser livres e amar.
     
    Percorre as estradas motard, amigo…
    Na liberdade que dá o vento;
    És o anjo que levo comigo,
    pois em ti está meu pensamento.
     
    Andarás comigo na saudade;
    Voaremos por campos e trigais.
    Seremos livres nessa verdade…
    Escravos da vida… Nunca mais!

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    Foi assim meu primo e amigo, que conquistaste a tua LIBERDADE.
    Que o bom DEUS te receba como um verdadeiro e bom homem que sempre foste.
     
     
    António L. Ferreira
    (Zumaia)
    Sines - Portugal
     
    Póvoa de Santo Adrião, 11 de Setembro de 2007 
    1939 - 2007
     
     
     
     

    September 23

    Tardes nervosas de Outono

     
     

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    Tardes nervosas de Outono
    António Zumaia
     
    Outono é renovação!
    De flores… de todas as cores;
    Dessas dores… fruto de amores;
    Renovar de um coração…
     
    As calmas tardes de Outono.
    A folhagem… já caindo;
    A paisagem… colorindo;
    Repousando em belo sono…
     
    Mas há as tardes nervosas.
    Do vento… que aparece;
    O pensamento… escurece
    e bailam todas vaidosas.
     
    Esse bailado é a vida.
    Sentindo… a melodia;
    Já rindo… com alegria;
    Na paisagem colorida.
     
    Da vida a transformação.
    Calmaria… já passou;
    Esse dia… acabou;
    O solarengo Verão.
     
    Outono é morte e vida…
    Pois tudo vai… renascer;
    A folha cai… é viver;
    Da floresta renascida.
     
    Se de Outono já vicejas;
    Foi a vida… que assim quis.
    Vai à lida… e sê feliz;
    Pois renascer tu desejas.
     
    FELIZ Outono de 2007
     
    António Zumaia
    Já no Outono da vida
     
     
     
     
    September 22

    DIA MUNDIAL DA PAZ - 21 de setembro

     
     
     

     DIA MUNDIAL DA PAZ

    21 de setembro

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    Carinho

    de

    António Zumaia

     

     

     
     
     
    September 18

    Um recado para Madeleine McCann.


     
     

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    Um recado para Madeleine McCann.

     

    Minha querida Maddie estejas onde estiveres, ou brincando no jardim do Senhor com os anjos da tua idade, ou nas mãos de um malvado qualquer, quero que tu saibas que todos nós os Portugueses te lembramos com muito carinho e ternura. Em especial a população da Praia da Luz que verte lágrimas de tristeza, por ter albergado monstros, que apagaram o teu sorriso de alegria.

     

    Quero dizer-te que infelizmente ainda não sabemos os nomes dos monstros e possivelmente nunca o saberemos. Mas podes crer que se os homens não encontrarem os criminosos, Deus os fará pagar. Para ELE não há milionários capazes de pagar a defesa, nem advogados corruptos capazes de tudo fazerem, por dinheiro.

    Uma coisa é certa, teus pais estão bem de vida e nada de mal lhes vai acontecer, a não ser perder-te. Se for esse o caso.

     

    Aqui em Portugal o povo diz: “Quem não deve não teme”. Mas pelo que me apercebo os teus pais temem, não sei o porquê, mas temem. Ou quando as coisas começaram a esclarecer-se, não teriam ido a correr em busca da protecção que lhe oferece o seu país e os seus amigos milionários.

    Se para lançarem a campanha da tua busca e angariarem proventos ficaram em Portugal e daqui percorreram muitos países numa campanha que nada resultou, eu faço umas perguntas a teus papás?

     

    - Se a sua consciência de nada os acusa, porque depois do primeiro interrogatório da nossa Polícia, procuraram o refúgio no vosso país?

    - Se a sua consciência de nada os acusa, porque a tua mamã se enervou tanto com o interrogatório da nossa Polícia e se recusou a responder se te agredia ou se te dava sedativos?

    - Se a sua consciência de nada os acusa, porque se escudam em grandes advogados para os defender?

     

    Maddie! Teu pai é inteligentíssimo e tua mãe não o é menos e vão resolver a sua situação, tu minha querida menina, continuas nas nossas orações e nas diligências da nossa Polícia para te encontrar.

     

    Se és anjo… Ilumina a justiça para que ela exista.

     

    Se és viva… Ilumina quem te roubou da tua casa, para que te entregue aos cuidados de teus pais.    

     

    Meu coração está chorando,

    pela maldade da vida.

    Pelos anjos estou orando
    e por ti… minha querida.

     

    António Zumaia

    Sines – Portugal

    17 de Setembro de 2007

     

     
     
     
    September 16

    Sofrimento

     
     
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    Sofrimento…
    António Zumaia
     
    Que posso eu fazer mulher,
    se fazer não posso… querendo.
    No destino que se fizer,
    será nele que vou vivendo…
     
    Querendo te dar minha vida,
    que se escoa, sem eu querer…
    Não te quero por mim sofrida
    e nesse tão triste viver.
     
    No castelo do teu ciúme,
    tu destróis dele as ameias,
    para que o meu destino arrume…
     
    Acredita… é bom que creias;
    Meu coração arde em lume
    e és tu… quem o incendeias.
     
    Sines - Portugal
    10/10/2006

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    September 11

    Pedras do Feitiço- António Zumaia

     
     

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    Pedras do Feitiço
    António Zumaia
     
    Nessas pedras reza a sina,
    vivia a musa cigana
    e nas linhas determina:
    Que o destino não engana!
     
    Essas pedras são magia,
    dessa cigana o poder…
    Sem rezas ou alquimia,
    o destino conhecer.
     
    Vê a mulher a sonhar;
    Nos seus olhos a saudade.
    Indagando ao belo mar,
    se existe amor de verdade.
     
    É mistério tal amor,
    que a cigana leu na mão.
    Nessas pedras foi esplendor,
    na luz desse coração…
     
    De tão brilhante magia;
    Nas pedras luziu a cor,
    a pobre cigana via,
    essa força do amor.
     
    Rendida nesse feitiço;
    Na lágrima de um olhar.
    Viu nesse amor o viço,
    Espelhado… em pleno mar.
     
    Rezou a sina dizendo:
    - Esse homem é teu destino,
    ama-te e está sofrendo.
    Nesta sina determino!
     
    Estas pedras são a ponte,
    desse amor que é magia…
    Porque mulher és a fonte,
    de toda a sua alegria.
     
    Sines – Portugal
    03 de Setembro de 2007
     

     
     
     
     
    September 07

    Luciano Pavarotti


     
     
     

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    Luciano Pavarotti
    António Zumaia
     
     
    O Rouxinol do jardim,
    cantava e encantava;
    Já se finou para mim,
    a melodia que dava.
     
     E tanto me fez sonhar,
    em melodias de amor;
    Esse homem a cantar,
    era um sonho de tenor.
     
     Pavaroti foi o fim…
    Um Rouxinol se calou.
    Ficou bem triste o jardim,
    onde ele encantou.
     
     Era divino o teu canto,
    foi um dom que Deus te deu.
    Para todos nós um encanto,
    que esta vida perdeu.
     
     Tua voz fica gravada,
    em todos nós com amor;
    Tua figura amada,
    foi-se… deixando a dor.
     
     No etéreo onde subiste,
    os anjos te vão ouvir.
    Na terra ficamos tristes,
    mas Deus… está a sorrir.
     
    ***** 
     
    A minha singela homenagem ao homem e ao enorme talento
    do tenor Luciano Pavarotti.
     
    Deus te receba nos seus braços.
     
     
    Sines – Portugal
     
    06 de Setembro de 2007 
     
     
     

     
     
    September 04

    Criança. António Zumaia

     
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    Criança
    António Zumaia
     
    É tão belo… ser criança.
    A inocência cantar…
    Ter no futuro a esperança,
    conhecer o verbo amar.
     
    Seremos, futuro sempre.
    Os avós, já são passado,
    nossos pais são o presente,
    caminhando ao nosso lado.
     
    Os avós são o exemplo;
    A nossa força, os pais…
    As crianças que contemplo;
    É triste… não são iguais.
     
    Há crianças desvalidas,
    sem carinho de ninguém;
    Andam na rua perdidas,
    é o mal, que o mundo tem.
     
    Somos futuro… Se diz!
    Mas francamente eu não vejo.
    Uma criança infeliz;
    Ver! Eu não o desejo.
     
    A minha escola fechou
    Fiquei triste sem amigos
    Foi um mundo que acabou
    São estes, nossos castigos?
     
    Se a criança tem direitos
    De adultos vamos brincar
    Seremos todos eleitos
    Para o país governar
     
    Abrindo as maternidades
    Para os manos nascerem
    Escolas serão verdades
    Para os manos aprenderem
     
    Governo… Do faz de conta!
    Temos direito a brincar
    Não serei… Maria tonta!
    Neste país governar
     
    Crianças serão felizes
    Se adultos os respeitarem
    Mostrando nossos deslizes
    Com amor nos educarem

    Sines – Portugal
    31 de agosto de 2007

    Poema dito por
    Claúdia Ferreira e Patrícia Ferreira
     
     
     
    September 01

    Cigana António Zumaia

     
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    Cigana
    António Zumaia
     
    Na palma da minha mão,
    tu já leste o meu destino;
    Invadiste um coração,
    que é rebelde e ladino.
     
    Leste a vida… minha sina,
    desnudaste o meu ser.
    Mas tu cigana menina,
    te esqueceste de viver.
     
    Foi sina, perder teu fado;
    Numa bela ilusão…
    Esse homem teu amado,
    nunca lhe leste a mão.
     
    As linhas não se cruzaram,
    por isso não se quedou;
    Ao de leve se tocaram,
    foi tudo… que te restou.
     
    Não leias pois minha sina,
    tentando adivinhar…
    Se essa mulher divina,
    comigo irá ficar.
     
    Somos amor e o mundo,
    que foi criado por nós.
    O nosso amor é profundo
    e nunca estaremos sós.
     
    Sonha cigana querida,
    nesta vida que é dilema;
    Minha sina foi perdida,
    nas letras deste poema...

    Sines – Portugal
    31 de Agosto de 2007